terça-feira, 15 de maio de 2012

05:50
 
Deixando de lado pessoas que gostam de denegrir os games, já foi comprovado que muitos jogos estimulam e ajudam no desenvolvimento, tanto mental quanto físico de uma criança. Mas utilizar um periférico para detectar autismo é realmente novidade.

Existem cinco Kinects instalados na Universidade de Minnesota, mais precisamente no Instituto de Desenvolvimento Infantil, mas não são para jogar (ou qualquer uma das outras coisas que você pode fazer com o Kinect ligado a um Xbox). Eles estão monitorando os alunos, procurando sinais de comportamento incomum que possam indicar um transtorno de comportamento que possam indicar autismo em potencial.

O autismo pode ser difícil de diagnosticar. Muitos comportamentos, especialmente em crianças pequenas, são sutis, pequenas mudanças de comportamento que passam batidas a quem não dá um olhar mais atento. Seguir as pistas é um processo demorado e lento – é preciso muitas horas de observação, e nem todos podem pagar um especialista treinado (ou teste de ressonância magnética) para fazer isso para seu filho. Isso pode significar crianças não diagnosticadas e, portanto, sem tratamento.

Os Kinects estão instalados no Instituto de Desenvolvimento Infantil para rastrear as crianças individualmente por tamanho e cor da sua roupa, e pode monitorar cerca de 10 crianças de cada vez. O software leva os dados brutos visuais do Kinect e através de um algoritmo para procurar possíveis sinais de autismo, como uma criança incomum hiperativa ou excepcionalmente calma e tranquila. Não é projetado para substituir os especialistas, mas pode ser incrivelmente rentável como um sistema de checagem inicial.

Fonte: Blogs Pop Tech

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