quinta-feira, 7 de agosto de 2014

06:06

Um fato que devemos assumir é que estamos cada dia mais conectados e consequentemente mais dependentes dos dispositivos que facilitam nossa vida. Estes vão desde os eletrodomésticos até os aparelhos de informática na qual utilizamos diariamente.

Uma coisa que todos estes dispositivos tem em comum e a dependência da energia elétrica; essa na qual lhes fornece energia através de fiosconectados a uma parede. Entretanto isto está prestes a acabar com uma nova tecnologia que está em desenvolvimento e promete distribuir energia elétrica sem a necessidade de fios.

Parece maluquice, mas é apenas ciência. A ideia surgiu em 2002, quando um físico doInstituto de Tecnologia de Massachussets acordou no meio da noite incomodado com os “bips” do celular que acusava bateria fraca. Olhando ao redor, ele viu algumas tomadas a poucos centímetros de distância, mas sem qualquer disposição para levantar da cama e procurar um carregador. Foi a partir dessa noite mal dormida que o físico resolveu ampliar sua pesquisa sobre ressonância magnética para criar um sistema de transmissão deeletricidade sem fios.

Em poucas palavras, a tecnologia transfere energia elétrica através de campos magnéticos que oscilam a altas frequências que variam de 100 mil a 10 milhões de vezes por segundo, dependendo da aplicação. O sistema funciona com duas bobinas: a primeira serve como fonte da eletricidade, enquanto a segunda capta a energia transmitida. O alcance do campo magnético varia conforme o tamanho das bobinas. Em uma aplicação para carregar o celular alcançaria pelo menos meio metro de distância.

Portanto, como vemos, a tecnologia ainda precisa ser aperfeiçoada para ser incorporada aos dispositivos que usamos diariamente. Entretanto ela vai solucionar o grande incomodo que temos de ficar carregando fios para la e para cá, seja para manter o notebook, tablet ousmartphone ligado.

Atualmente somos tão dependentes dos fios que mal conseguimos imaginar como seria nossa vida sem eles, entretanto ao que tudo indica este futuro não está muito longe de acontecer.


Fonte: 108M

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