segunda-feira, 25 de maio de 2015

05:03


Quando o Henry Ford inventou o carro, as fábricas de carruagem se foram. Não adianta fazer uma carruagem com uma roda mais bonita. Ninguém mais queria uma carruagem e sim um carro. Imagine um cavalo na sua garagem. Acho que não daria muito certo, não é mesmo?

Estamos vivendo uma mudança no paradigma do mundo tecnológico dos relógios outra vez, não tão impactante como a primeira, mas ainda sim é uma mudança. Claro, para ‘sommeliers’ de relógios que cheiram a pulseira antes de colocar no pulso, haverá uma repulsa imediata à nova tecnologia. Sentem-se ameaçados. Não vejo o porquê. Quem gosta de coisas ‘roots’ continuará a tê-las. Não é um tipo de coisa que irá destruir as fábricas de relógios atualmente –talvez no futuro, quem sabe–, já que a faixa de público de um relógio automático são pessoas com poder aquisitivo bom e com um gosto muito rebuscado. Nem citarei os relógios de bateria ou digitais simples, pois creio que o público deles não seja chato e xiita como o do relógio de corda, talvez esses sim percam algo com a “era smart”. Pode até significar “status” para alguns ter um relógio caro, mas isso o Apple Watch também oferece com a versão de aço inoxidável e a versão de ouro 18k. Algo que os outros smartwatches não oferecem, mas que também são peças bonitas. Não sei por qual valor sairão as versões no Brasil, mas acredito que Apple fez um aparelho muito bacana e sim, vale a pena ter um.


Fonte: Sedentário Hiperativo

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